domingo, julho 21

A CIRCULARIDADE COMO HERMENÊUTICA TEOLÓGICA POSSÍVEL ENTRE IGREJA E REINADO DE DEUS











1 Âmbito da Questão

            Esta comunicação tem por intenção não solucionar problemas, no sentido de esgotar as possibilidades. Mas tem a pretensão de apresentar uma alternativa de confronto entre os dois conceitos nucleares, a saber, o Reinado de Deus e a Igreja.
            Sobre o primeiro conceito nuclear, é consenso que teologicamente é muito complexo definir o que de fato é o Reinado de Deus. Por mais que se descrevam os valores que o subjazem, não se pode tê-lo como uma ideologia moral ou mesmo uma realidade transcendente que em algum momento apocalíptico venha se manifestar. Esta tensão entre: o manifesto em Jesus e do ainda não totalmente, como regência transformadora de Deus, contribui significativamente para a complexificação da problemática apresentada por Erik Peterson: Jesus pregou o reino, e o que veio foi a Igreja. Sem um conceito formal de Reino, Reinado ou Domínio de Deus onera-se a solução da pretendida questão.
Igualmente acontece com o segundo conceito nuclear – a Igreja – que nas diversas eclesiologias buscam seus alicerces em pontos diversos dos textos sagrados, fazendo-a variar sob aspectos de constituição distintos. Segundo Boff (1981), dependendo como se articulam os elementos internos, pode-se construir modelos eclesiológicos distintos. Esta falta de consenso eclesiológico é também fator de complexificação e onerosidade da pretendida questão.
Com efeito, o modo como até hoje se discutiu esta questão se limitou na relação daquilo que é possível se dizer de Reinado e aquilo que se pode dizer de Igreja, tendo como resultado ou um antagonismo ou uma identificação. Não se pode negar que a Igreja, enquanto tradição, conservou em seu seio a memória de Jesus, mas, será que se pode dizer o mesmo do Reinado de Deus? Nem a total identificação do Reinado de Deus com a Igreja, nem sua total negação, soluciona tal problemática. Apesar das críticas e a aparente contradição entre ambos, ainda se pode pensar em numa terceira via.
            Ao contrário dos métodos já apresentados que perspectivava o confronto mediante confrontos teológico-conceituais, a proposta agora é manter a perspectiva hermenêutica. Porém, o diferencial desta hermenêutica se dá no seu modo de compreendê-la. Ao invés de investir numa hermenêutica conceitual, ou seja, travando um confronto teológico entre os dois conceitos nucleares, intenta-se compreendê-los sob a ótica fenomenológica. Para tanto, se recorre ao método hermenêutico iniciado por Martin Heidegger e organizado pela tradição fenomenológica do Círculo Hermenêutico.

4.2 O Círculo Hermenêutico

            Círculo Hermenêutico é o nome dado ao método desenvolvido pelo filósofo Martin Heidegger (1889-1976) em seu tratado Ser e Tempo de 1927. Neste, o problema posto em questão é o mesmo da metafísica clássica: o ser enquanto ser. Entretanto, o modo de acesso a este ser é bem distinto das ontologias tradicionais. A compreensão do ser que antes era fixada em algum tipo de realidade seja a substância (tradição aristotélica) seja a subjetividade (tradição transcendental), passa a ter como chave de acesso aquele que pergunta pelo ser. Ou seja, fazer ontologia é determinar existencialmente o acesso à própria pergunta pelo ser. Aquele que em sua forma de existência é capaz de tal projeto – perguntar pelo ser - é o Dasein:

Heidegger, em sua ruptura com a substância e a subjetividade do pensamento ocidental, desdobra um método fenomenológico que radica nas possibilidades da existência, que pretende ser a superação do esquema sujeito-objeto. O ser-aí não é nem substância nem sujeito. O filósofo coloca todas as possibilidades na estrutura existencial do ser-aí (STEIN, 2001, p.243).

            O termo Dasein, que em alemão significa existência, conforme Heidegger, é a junção de dois termos: Da (aí) e sein (ser). Todavia, a expressão ser-aí não se refere a uma dimensão espacial como se o ser estivesse aqui ou acolá, pelo contrário, o aí do ser diz respeito à abertura ao ser. Deste modo, compreender o ser é compreender aquele que pergunta pelo ser, ou seja, aquele que se abre ao ser. Mas quem é este que pergunta pelo ser? “Esse ente que cada um de nós somos e que, entre outras, possui em seu ser a possibilidade de questionar, nós o designamos com o termo Dasein” (HEIDEGGER, 1988, p.33). O Dasein é, portanto, o modo de ser do homem e da mulher, pois este é o único, entre todos os entes, capaz de se perguntar pelo ser.
Mediante a pergunta pelo ser Heidegger afirma que há uma diferença ontológica[1] entre ser e ente. O ser é aquilo que determina o ente enquanto ente. E este, por sua vez, é aquele que exprime o ser. Ademais, o homem é um ente privilegiado, pois além de exprimir o seu ser, ele é capaz de se relacionar com ele na medida em que ele se pergunta pelo ser. Com efeito, a pergunta pelo ser não é uma questão desprovida de sentido, uma vez que tem por fio condutor uma pré-compreensão do ser. Isto significa que na própria pergunta pelo ser este já se dá enquanto pré-compreensão. É a partir desta compreensão que se pode falar de círculo hermenêutico.
            O movimento produzido por Heidegger diferentemente dos modos tradicionais, inclusive do próprio cristianismo, não se caracteriza por uma linearidade, mas por uma circularidade, que Stein (2001) interpretou como círculo da compreensão. Em Ser e Tempo Heidegger traça uma circularidade no modo da pergunta pelo ser:

Mas será que uma tal empresa não cai num círculo vicioso evidente? Ter que determinar primeiro o ente em seu ser e, nessa base, querer colocar a questão do ser, não será isso andar em círculo? Para a elaboração da questão, não se está já pressuposto aquilo que somente a resposta à questão poderá proporcionar? (HEIDEGGER, 1988, p.33)

            Explica Stein (2001, p.245):

Como é possível que a busca do sentido do ser possa e deva ser precedida por uma explicitação do ser do ser-aí? Busca-se o ser e, contudo, já se possui o ser [...] Essa simples afirmação se desenvolve no momento em que Heidegger procura mostrar como a compreensão tem um caráter existencial e como a compreensão prévia do ser faz parte do projeto existencial.

            Esta circularidade pensada sob a ótica da modernidade, i. é, uma relação entre sujeito e objeto, não deixa de ser realmente um círculo vicioso. Entretanto, para Gadamer (1997, p.401) “A reflexão hermenêutica de Heidegger tem o seu ponto alto não no fato de demonstrar que aqui esta perfaz um círculo, mas antes, que este círculo tem um sentido ontológico positivo”. Neste sentido também, explica Ricoeur (1977, p. 34): “a função de uma ontologia fundamental é a de fazer aparecer a estrutura que aflora no plano metodológico sob as aparências do círculo. É essa estrutura que Heidegger chama de a pré-compreensão”. A tentativa de Heidegger é de evitar o recorrente equivoco hermenêutico, a saber, a arbitrariedade de critérios. Por isso, sua orientação é a das coisas mesmas, também chamada de originariedade: “Pois, o que importa é manter a vista atenta à coisa, através de todos os desvios a que se vê constantemente submetido o intérprete em virtude das idéias que lhe ocorram” (GADAMER, 1997, p.402).
Do ponto de vista hermenêutico, a filosofia sempre tivera consciência de que as partes de um texto eram compreendidas a partir de um sentido prévio que se projetava sobre todo o texto e que esse todo, por sua vez, era então compreendido a partir das partes. Esta inter-relação entre as partes e o todo é o que se compreende por Círculo Hermenêutico. Neste sentido, há uma intenção profunda em Heidegger: de preparar as verdadeiras antecipações para explicitar o sentido em geral. Sob a perspectiva hermenêutica, a estrutura da pré-compreensão recebe uma qualificação pejorativa de preconceito. Para Heidegger, a pré-compreensão não possui este caráter negativo, mas é uma compreensão prévia enquanto antecipação do compreender. Deste modo explica Gadamer (1997, p. 402):

Quem quiser compreender um texto realiza sempre um projetar. Tão logo apareça um primeiro sentido no texto, o intérprete prelineia um sentido do todo. Naturalmente que o sentido somente se manifesta porque quem lê o texto lê a partir de determinadas expectativas e na perspectiva de um sentido determinado. A compreensão do que está posto no texto consiste precisamente na elaboração desse projeto prévio, que, obviamente, tem que ir sendo constantemente revisado com base no que se dá conforme se avança na penetração do sentido.

            O revisar do qual comenta Gadamer se relaciona ao fato que à medida em que se penetra no texto novos sentidos prévios são projetados no texto, o que não impede que sentidos rivais se projetem. Estes sentidos são confrontados com o todo do texto até se encontrar uma univocidade de sentido para todo o texto. Este reprojetar é que marca a circularidade compreendida por Heidegger. Deste modo, a tarefa hermenêutica “se converte num questionamento pautado na coisa, e já se encontra sempre determinada por este” (GADAMER, 1997, p.405).

4.3 A Circularidade entre Reinado de Deus e a Igreja.

Os dois conceitos nucleares deste estudo em relações conceituais puras não se identificam em absoluto, por mais que existam aproximações. Por outro lado, isto não significa que haja total forclusão de ambos, constituindo uma perfeita disjunção. Mas, há uma implicação teológica entre ambos ancorada na cristologia, ou seja, ambos possuem um elemento comum: a presença de Jesus. A cristologia é a condição de possibilidade que uma relação totalmente excludente não paire sobre os dois conceitos nucleares. Sendo assim, é possível propor uma relação.
A partir de Jesus, então, é possível aplicar o método do Círculo Hermenêutico. Sob a ótica da perspectiva do Círculo Hermenêutico três modos podem ser considerados as relações entre Reinado e Igreja: a) a relação mediante a situação hermenêutica, ou seja, o modo prévio de se posicionar frente os dois conceitos, a partir da cristologia, de modo a relacioná-los circularmente; b) a relação de sentido todo-parte; e c) a relação inter-subjetividade e objetividade.

4.3.1 A Situação Hermenêutica calcada na Cristologia

            Para Heidegger toda e qualquer circularidade hermenêutica necessitava previamente de uma situação hermenêutica:

[toda interpretação] vê-se obrigada numa primeira caracterização fenomenal, a conduzir o ente tematizado a uma posição prévia pela qual se deverão ajustar todos os demais passos da análise. Estes, porém, devem ser orientados por uma possível visão prévia do modo de ser dos entes considerados. Posição prévia e visão prévia, portanto, já delineiam simultaneamente, a conceituação (concepção prévia) para a qual se devem dirigir todas as estruturas ontológicas (HEIDEGGER, 2000, p.10). 

            Efetivamente, uma compreensão circular entre Reinado de Deus e Igreja exige uma situação hermenêutica. Esta, como afirmou Heidegger, é composta de três momentos: uma posição prévia, uma visão prévia e uma compreensão prévia, no qual se projeta para o sentido global. Esta situação hermenêutica não pode ser outra que a cristologia que implica ambos os conceitos. Em se tratando do Reinado de Deus, a cristologia dominante está calcada na historicidade de Jesus de Nazaré. O anúncio do Reinado, enquanto projeto do Pai, é a missão do homem Jesus. Este é testemunhado nos Evangelhos em suas mais diversas formas ratificando sua humanidade e vinculando a sua pessoa à sua missão. Logo, para uma compreensão do Reinado de Deus, é necessária uma compreensão do Jesus Histórico, que não cabe aqui, neste estudo, elucidá-lo.
            Por outro lado, o conceito de Igreja implica outro tipo de cristologia. Para ela, a fé cristológica é a fé pós-pascal, ou seja, a fé no Jesus Deus, o Cristo da fé. A Igreja, “enquanto lugar hermenêutico do acontecimento salvífico operado por Deus” (BARREIRO, 2001, p.35), pressupõe o fenômeno Jesus identificando-o a uma plena teofania. Jesus na Igreja é a plena manifestação do Deus Pai. E a Igreja é aquela capaz de exprimir esta teofania em sinais humanos. A cristologia da Igreja tem por fundamento a fé no Cristo.
            A partir disto, a situação hermenêutica possível entre Reinado e Igreja está calcada na cristologia, ou seja, deve-se posicionar previamente a pessoa de Jesus de modo que uma visão prévia possa ser estabelecida a fim de encontrar um sentido que valha para ambos. Destarte, Jesus deve ser previamente posicionado como aquele homem que em sua dimensão histórica anunciou o Reinado como missão do Pai. Nesta posição prévia, vê-se previamente também que em Jesus o Pai se manifestou plenamente como uma autorevelação. Tendo estas duas pressuposições, compreende-se a priori o sentido de Jesus que deverá ser circulado entre os dois conceitos: o homem Jesus é a condição de possibilidade de Deus se automanifestar na história humana por completo.
Estabelecida a Situação Hermenêutica, é possível projetar tal sentido nos dois conceitos nucleares de modo a articulá-lo em seu todo. Esta situação hermenêutica implica numa superação da dicotomia entre o Jesus Histórico e o Cristo da fé, posição esta não originária deste autor[2]. Se o Jesus que anunciou o Reinado de Deus é o mesmo que a Igreja aponta como autocompreensão de Deus, logo, há uma circularidade entre Igreja e Reinado, no sentido de que acreditar no Cristo, que é expresso na Igreja, implica em aceitar o Reinado de Deus anunciado por Jesus. O Reinado acontece na medida em que a Igreja exprime, por meio da fé no Cristo, aquilo que ele anunciou.
A Igreja é a expressão do Reinado na medida em que se constitui o lugar teológico da manifestação divina do Jesus Histórico. Jesus, o Cristo, é o sentido articulador que deve permear ambos os conceitos. Qualquer equivocidade aí encontrada deve-se novamente remeter à situação hermenêutica previamente estabelecida de modo a não romper a dinamicidade e unicidade entre o Jesus Histórico e o Cristo da fé.


4.3.2 Circularidade Hermenêutica da Relação Todo-Parte     
    
Efetivada a Situação Hermenêutica, desdobra-se a articulação entre todo-parte.  Um texto não pode ser compreendido sem a compreensão de suas partes. Circularmente, ou se compreende previamente uma de suas partes que é projetada enquanto sentido para a compreensão do todo de modo adequadamente; ou um todo é projetado em uma de suas partes para que esta seja iluminada por este de modo a contribuir com a univocidade do sentido do todo. Há, portanto uma articulação entre todo e parte, de modo que, ambos são previamente importantes no todo hermenêutico. Esta idéia supera a visão de que diante de um texto nada se sabe, ou que um sentido prévio não possa ser substituído, e ainda que compreensões diversas não possam circular no texto. Este movimento circular permite a variabilidade e a dinâmica de uma compreensão, que não está fechada em si mesma.
Nesta relação circular todo-parte, a Igreja constitui a condição de possibilidade para a compreensão do Reinado de Deus, ou seja, se pode dizer que na compreensão atual de Igreja, se pré-compreende o Reinado em seu todo. Assim, o sentido do todo do Reinado de Deus, proposto por Jesus, pode ser pré-compreendido quando se têm na Igreja os elementos necessários de sua compreensão. Não haveria, entretanto, a compreensão do todo do Reinado de Deus, sem a prévia compreensão da totalidade de suas partes que é a Igreja.
Há, portanto, uma circularidade entre Reinado de Deus e Igreja na sua relação todo-parte. Talvez, o que ainda não foi efetivado, a ponto de engendrar tais disparidades, é a má compreensão entre todo e parte. Não pode haver, dentro da circularidade hermenêutica, uma gradação ou primazia entre todo e parte. O Todo não pode ser compreendido como algo superior, do ponto de vista da perfeição circular, às partes e vice versa, pois, ambos é condição sine qua non para que a circularidade exista. Entender Igreja como parte do Reinado de Deus, não é colocá-la como inferior ao mesmo. Daí resulta as justificativas de defesa da identificação entre ambos; Tampouco colocar o Reinado de Deus como todo, pode significar que este seja melhor que a Igreja, justificando as apologias contra a Igreja. Na circularidade hermenêutica, todo e parte são polaridades necessárias para que o círculo exista.
Sob esta ótica, de que todo e parte em graus de perfeição se equivalem, poder-se-ia objetar que a Igreja não é a parte, mas o todo. E neste sentido ela já seria o Reinado em sua plenitude, pois em suas partes este já está pré-compreendido. Há de convir que é um bom argumento. Com efeito, tal argumentativa se esquece que o todo é equivalente enquanto elemento circular com suas partes. Agora, sob a ótica do sentido, as determinações próprias dos conceitos não podem ser prescindidas. Por exemplo, Em um texto teológico, a parte Jesus não é maior e nem menor que o todo teológico ali discutido. Entretanto, o sentido Jesus obviamente é maior que qualquer relação teológica. Logo, na relação circular Reinado e Igreja se articulam em pé de igualdade seja quem assuma o todo ou a parte. Mas, o sentido próprio do Reinado não pode ser simplificado nos limites institucionais da Igreja. Por isso, a preferência em colocar o Reinado na função do todo.

4.3.1 Circularidade Hermenêutica da Relação Inter-subjetividade-Objetividade

Por fim, pelo caráter circular do método, também há uma inter-relação entre inter-subjetividade e objetividade. A objetividade do Reinado de Deus circula como pré-compreensão intersubjetiva da Igreja. Isto significa que inter-subjetivamente, como pré-compreensão da fé eclesial, o Reinado é presente na Igreja. Esta, por sua vez, é chamada a completar o círculo saindo da esfera subjetiva e exprimindo aquilo que compreende o todo do Reinado de Deus, dando-lhe o caráter objetivo.
Do mesmo modo, a objetividade da Igreja é pré-compreendida na inter-subjetividade do Reinado de Deus. No estado intersubjetivo do Reinado, como parte de sua compreensão, existe objetivamente a pré-compreensão da Igreja. Esta inter-subjetividade do Reinado de Deus é chamada a se exprimir como objetividade enquanto Igreja.
Por fim, o caráter circular objetivo e inter-subjetivo diz respeito a uma razão prática, o que demonstra que o círculo hermenêutico não é uma metodologia formal no qual a prática é um segundo momento. Ao contrário, partindo da situação hermenêutica, o seu estado mais teorético, passando pelas mediações todo-parte, encerra-se na orto-práxis do método: a inter-subjetividade e objetividade. O que confere certa completude para o método, no sentido que abrange: teoria – sentido – práxis.


[1] “A verdade ôntica e a verdade ontológica referem-se, de modo diverso respectivamente, ao ente no seu ser e ao ser no seu ente. São respectivamente solidárias em razão da sua referência à diferença entre ser e ente (diferença ontológica)” (HEIDEGGER, 2007, p.29).
[2] Cf. Gnker BornKamm, Jesus de Nazaré e Joachim Jeremias, O problema do Jesus histórico apud MOSCONI, L. Para uma leitura fiel da bíblia, 1996, p.68.

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