quarta-feira, janeiro 8

DICAS DE AUTORES DA SOCIOLOGIA DA RELIGIÃO













Este texto é o fichamento da obra Manual de Sociologia da Religião produzido na época da minha graduação em Teologia. Ele pode contribuir como uma fonte de pesquisa para aqueles que buscam autores nesta área.

CAP 1: A RELIGIÃO COMO UNIVERSAL

a) Lévy-Bruhl (1857-1939)
  • Filósofo e antropólogo
  • Retoma a idéia de Durkheim sobre a importância da representação coletiva
  • Representação Coletiva: fenômeno complexo que reflete a necessidade coletiva de caráter emotivo
  • Estudo do pensamento primitivo: místico, pré-lógico, intuitivo, não há continuidade entre visível e invisível e confere sentido supra-sensível a realidade
  • Mito e rito: ambos se reforçam
  • Mito: explicação a temporal
  • Rito: legitimação do mito e encontro da origem com o fim


b) Edward E. Evans-Pritchard (1902-1973)
  • Antropólogo social
  • Estudo sobre a origem da religião primitiva
  • Importância das idéias primitivas quando estas são vistas como parte de modelos de idéias e de comportamento isto é, de um todo
  • Ruptura com o evolucionismo social
  • Relevância da história para a antropologia
  • Teoria relacionista: a religião deve ser estudada e compreendida em seus efeitos ou seja em relação com outros aspectos da cultura

c) Gerardus van der Leeuw (1890-1950)
  • Teólogo e historiador
  • Constrói uma fenomenologia da religião
  • Fases Metodológicas: 1) experiência vivida ou fenômeno em questão (Erlebnis); 2) compreensão do fenômeno (Verstehen); 3) Testemunho (Bezeugung)
  • Erlebnis: experimentar empaticamente o fenômeno no sentido de que o objeto passa para o sujeito e este se desloca para o objeto (reviver-lo)
  • Verstehen: compreensão estático-fenomenológica (por no foco os objetos como eles são) e compreensão genético-estrutural (identificação de estruturas)
  • Bezeugung: passo teológico da junção da compreensão e testemunho
  • “Tipo Ideal” ou Estrutura: é um todo orgânico que não se deixa decompor mas se faz compreender por meio de suas partes para chegar a essência da religião
  • Não estuda as religiões primitivas
  • Parte das religiões já organizadas
  • Junção da história e fenomenologia: estuda as formas gerais e específicas das religiões (do cristianismo ao budismo)
  • Fenomenologia: não analisa o conteúdo da fé mas a relação entre o sujeito com este conteúdo de modo a conferir sentido.


CAP 2: DELINEAMENTO MACROSSOCIOLÓGICO

a) Talcott Parsons (1902-1979)
  • Religião: conjunto mais ou menos integrado de crenças em entidades sagradas ou sobrenaturais e, portanto extraordinárias, não instrumentalizáveis.
  • Sentido das crenças: resignificar a vida nas dificuldades existenciais
  • Função social da religião: integrar a sociedade, reforçar a solidariedade, manter relações estreitas entre a própria religião e a estrutura social
  • Modos de ação da religião na sociedade: emergência hegemônica dirigida ao transcendental ou orientação dominante em nome dos valores rfeligiosos
  • Diferenciação da religião em seu aspecto social: 1) interna, dentro dos próprios sistemas religiosos; 2) externa, entre os elementos não-religiosos
  • Igreja: ruptura fundamental da lei hebraica, por Paulo, diferenciando o cristianismo do sistema religioso

b) Pitirim Sorokin (1889-1968)
·         Teoria do Tríplice Modelo:
·         Ideacionista: primado, do interesse transcendetal e ultra-terreno; a realidade é inatingida pelos sentidos;renuncia os interesses terrenos
·         Sensista: predominância dos aspectos materiais; empirismo; extrair da realidade o máximo da conteingencia, sucesso, poder e prazer
·         Idealista: terceira via, síntese dos dois primeiros


CAP 3:  A DINÂMICA HISTÓRICO CULTURAL

a) Ernest Troeltsch (1865-1923)

Igreja
Seita
Misticismo
Se pertence por nascimento
A pertença é por escolha
Categoria não separada das duas
Não se é obrigado a normas férreas
Controle mais rígido do comportamento

É conservadora e se adapta as exigências mundanas
Maior rigor enquanto pede um empenho mais forte e mais direto

Adesão das massas não elitistas
Isolamento da sociedade, com base na hostilização e diferenciação discriminatória por não pertencer a seita
Mais individual, não enfatiza a interação entre os membros
Busca apoio na sociedade, no Estado
Toma distancia da sociedade e do Estado
Não se preocupa com a transformação social
institucionalizada
Organização menos formal e mais espontânea
Indiferença a características institucionais da Igreja



b) Rudolf Otto (1869-1973)
  • Teólogo, filósofo e historiador alemão
  • Religião: brota da convergência de forças racionais e irracionais que permitem isolar o sagrado como categoria a parte
  • Captação do sagrado: apenas para quem tem sensibilidade religiosa
  • Dupla noção teísta do divino: 1) representação clara e distinta classificada como espírito, vontade, razão, essencialidade, consciência, onipotências, etc.; 2) todas essas características são concebidas analogicamente à inteligência de modo absoluto, pois já fazem parte desta de modo limitado
  • Racionalidade: critério para discriminação e reconhecimento de uma religiosidade em medida humana, não exclusiva
  • Irracionalidade: reconhecimento de aspectos não comensuráveis
  • Arreton: característica do divino que significa indizível, incomunicável, supera o nível humano
  • Dialética do Racional e Irracional: metodologia de abordagem do divino
  • Sagrado como santo: categoria de interpretação, valoração, somente no campo religioso
  • Sagrado como Númen: advindo da palavra Espírito,
  • Numinoso primeiro: sentimento de dependência, relação criatural
  • Numinoso segundo: tremendo mistério
  • Numinoso terceiro: superpotência absoluta majestas
  • Numinoso quarto: energia, expressão de vitalidade, paixão, ímpeto
  • Numinoso quinto: completamente Outro
  • Sagrado como categoria compósita: racionalidade e irracionalidade constituintes de uma única categoria a priori

c) Richard Henry Tawney (1880-1962)
  • Inverte em parte a tese de Weber: evidencia mais a influência originária do capitalismo sobre o puritanismo do que ao contrário

d) Helmut Richard Niebhur (1894-1962)
  • Preocupação: divisão das Igrejas que é a causa da falência ética
  • Falta de uma proposta ética entre as Igrejas cristãs e divididas sem objetivos comuns
  • Denominacionalismo constitui a falência mora da cristandade
  • Criação do conceito Denominação: conceito semelhante a igreja, sem pretensão de dominar o mundo
  • Estudo da debilidade, e impactos sociais das seitas e sua transformação em denominação 
  • Anseio: uma igreja menos sectária que transcenda as divisões e supere os interesses pessoais

e) Mircea Eliade (1907-1986)
  • Objetivo: submeter a uma análise acurada rituais coletivos de periodicidade irregular, que comportam a construção de uma casa de culto e a recriacao solene dos mitos de origem de estrutura cosmogônicas
  • Função Guia do Mito: cenário mítico-ritual da renovação periódica
  • Simbolismos: possuem estruturas iguais mas contextos diferentes
  • Não se pode mais falar do mito e do rito geral
  • Fenômeno Religioso: se da na história e pela história e é limitado por ela
  • Modos de retorno ao passado dá lugar a: 1) reintegração pronta e direta da primeira situação; 2) retorno progressivo as origens
  • Simbolismos: tempo, centro, ligame, mandala
  • Crenças e ritos: levam a esfera da magia
  • Crítica a Tylor e Frazer: a extrapolação de elementos universais a partir de exemplos privados não corresponde a totalidade
  • Hierofania: alguma coisa que manifesta o sagrado

f) Ernesto de Martinho (1908-1965)
  • Etno-antropólogo
  • Problema: a crise da presença como angustia, que exprime a vontade de existir como presença, diante do risco de não existir. Desse modo, a labilidade torna-se um problema e solicita a defesa e o resgate: a pessoa procura reitegrar a própria presença ameaçada
  • Mundo da magia: 1) risco de perder a própria alma; 2) resgate relativo
  • Superação do risco: diante da presença pessoal que arrisca a se perder, o risco é superado por meio de formas de resgate, de recuperação da presença mediante a mágica
  • Mágica: forma de superação da crise da presença
  • Drama mágico: surge em momentos críticos da existência quando a pessoa é chamada a um esforço mais alto do que o habitual


CAP 4: A RELIGIÃO SEGUNDO A ESCOLA DE FRANKFURT

a) Sociólogos de Frankfurt
  • Aversão a metafísica e toda ideologia religiosa
  • As Igrejas utilizam da razão instrumental para domesticar o indivíduo social

b) Horkheimer
  • Não nega a religião
  • Reconhece um papel social dos vários movimentos e credos religiosos
  • Nostalgia do Outro
  • A pesquisa social é chamada a se ocupar da religião como um daqueles fenômenos que podem ser compreendidos apenas em ligação com a vida social dos homens, com sua cultura material e espiritual

c) Adorno
  • A morte não constitui a totalidade da existência
  • A metafísica da morte corrente é tão somente a consolação impotente da sociedade
  • A impossibilidade de pensar profundamente a morte não protege o pensamento contra a falta de fundamento de toda experiência metafísica
  • As categorias metafísicas ainda vivem, secularizadas, no impulso que, tanto no caso do superior como no do vulgar, chama-se o problema do sentido da vida
  • Assim acontece com a religião que não é submetida à critica em sua essência, mas em sua modalidade ideológica, disponível para usos de natureza capitalista
  • Estudo empírico sobre o horóscopo: a própria astrologia é um instrumento ideológico de dependência do status quo

d) Erich Fromm
  • Relação entre psicanálise e religião
  • É errado tanto concebe-las como duas disciplinas inconciliáveis, como pretender identifica-las totalmente
  • Religião: todo sistema de pensamento e de ação compartilhado por um grupo, em que o indivíduo encontra orientação e ao mesmo tempo um objeto de devoção.
  • Uma sociedade sem religião jamais existiu, e não parece concebível


CAP 5: AS NOVAS PROPOSTAS EUROPÉIAS

a) Joachim Wach (1898-1955)
  • Cientista da religião
  • Empenho no campo hermenêutico e fenomenológico
  • Ênfase sobre a experiência religiosa e sua autonomia em relação à instituição religiosa
  • Preocupação: penetrar no íntimo do indivíduo para intuir e experimentar, revivendo-o, aquele núcleo vital no qual e do qual se constituiria o mundo das expressões e das objetivações do espírito
  • Centro da religião: deslocar sua dimensão institucional para o indivíduo e precisamente para sua religiosidade vivida
  • Religião: se configura essencialmente como experiência particular e originária do qual brota a fonte da vida religiosa
  • Metodologia de interpretação: hermenêutica
  • Ciência da Religião: necessidade de definições claras e precisas sobre os métodos e sobre os limites da interpretação
  • É contra uma sociologia cristã
  • Neutralidade e Imparcialidade cognoscitiva para a experiência religiosa
  • Compreensão e apreciação da natureza e do significado dos fenômenos religiosos
  • Estuda a interação entre religião e sociedade: a partir do sagrado
  • Doutrina: expressão teórica da religião
  • Culto: prática da expressão religiosa
  • Sociologia da Religião: relação entre experiência religiosa e fato social
  • Religião: pode ser coesiva ou destrutiva
  • Processo de crescimento e desenvolvimento da religião: igual a de Weber

b) Gabrie Lê Bras (1891-1970)
  • Docente de direito canônico
  • Superação da clássica sociologia da religião para uma abordagem metodologicamente melhor munida: plano estatístico
  • Prática Religiosa: não é um indicador suficiente da vitalidade religiosa
  • Objetivo: aplicação pastoral dos resultados provenientes das pesquisas de campo
  • Objetos de pesquisa: a prática como maior acessibilidade e superficialidade
  • Pretende passar da sociologia do catolicismo para uma sociologia religião
  • Limites confessionais: sociologia religiosa
  • Tipologias orientadoras dos dados religiosos: conformistas de ocasião, praticantes, pessoas piedosas e zelosas, batizados sem ação participativa, seguidores de outras religiões
  • Vida Religiosa: Crenças, Condutas e Prática

c) Jacques Leclercq (1891-1971)
  • Criador da Conferencia Internacional de Sociologia da Religião
  • Transformação desta em Sociedade Internacional de Sociologia da Religião
  • Sua obra: fornecer um instrumento útil para o serviço da evangelização
  • Objetivo: sociologizar a teologia

d) Henri Desroche (1914-1994)
·         Relaciona socialismo e sociologia religiosa
·         Tendência pluralista: sobre religiões, sobre socialismos, sobre sociologias religiosas, sobre fenômenos religiosos, sobre messianismos e milenarismos
·         Não se considera marxista nem postula uma ideologia particular
·         Sociologia da Esperança
·         Cria o Grupo de Sociologia das Religiões em Paris (1956)
·         Distingue uma socioteologia e uma sociologia ateologia
·         Proposta: des-teologizar, des-confessionalizar, des-clericalizar, des-sacralizar a sociologia
·         Ênfase na metodologia empírica: purificação de matizes doutrinais, ideológicas e apologéticas.

e) François Houtart (1925-)
  • Irregular da sociologia da religiao
  • Direção da revista de Sociologia da Religião: Social Compass
  • Consultor por ocasião do Concilio Vaticano II
  • Não poupa críticas à hierarquia eclesiástica católica
  • Ponto de Impacto: realidade institucional como fenômeno de poder em sua relação de aliança ou de ligitimacao com lugares de poder existentes na sociedade global.
  • É ativamente presente nos movimentos revolucionários latino-amaricanos e ao lado dos movimentos de libertação
  • Pergunta: a Igreja não seria uma força anti-revolucionária?
  • Estudo da relação entre as condições sociais da instituição religiosa e o campo político
  • Papel religioso na sociedade: não é necessariamente uma função – pode ser não-funcional e desintegrador


CAP 6: AS PERSPECTIVAS SOCIOANTROPOLÓGICAS

a) Will Herberg (1901-1977)
  • Tríplice distinção como base comum de definição religiosa nos EUA: protestantes, católicos e judeus
  • Adesão religiosa: oriente o modo de interação tanto do caráter individual quanto coletivo
  • Filiação religiosa: 1) defesa e proteção ao externo; 2) chance e oportunidade de correlação
  • Relações sócio-comerciais: passam sempre por meios de canais das organizações pré-constituídas, não obrigatoriamente confessionais
  • A adesão visibiliza esta pré-constituição
  • Tendência de enfraquecimento dos laços nacionais e fortalecimento dos laços religiosos
  • Caminhos para uma religião civil americana: religião pública e desprivatizacao da religião dos EUA

b) John Milton Yinger (1916-)
·         Sociólogo
·         Presidente da American Sociological Association
·         Religião: sistema de crenças e de práticas por meio das quais um grupo de pessoas luta com aqueles que se apresentam como os problemas últimos da vida humana
·         Estudo da Religião: deve ser considerados fatores sociais e culturais
·         Sociologia da Religião: 1) globalidade dos fatores sem ultrapassar o âmbito de sua pertinência; 2) não estuda os fatores psicológicos, psicosociológicos e pedagógicos; 3) caráter analítico dos modos com os quais as experiências religiosas são influenciadas pela sociedade, pela cultura e pelas personalidades individuais; 4) não deve se limitar na relação sociedade-religião, mas o contrário também deve ser considerado
·         Não propõe uma Teoria Geral da Religião: as diferenças inviabilizam tal tentativa
·         Solução Intermediaria: proposições onicompreensivas e proposições específicas
·         É a favor de um estudo comparativo entre as religiões
·         Imperativo funcional da religião: deve ser vista por aquilo que faz e não por que é sua essência
·         Função Religiosa: fornecer um objetivo na vida e dotar de um significado para males existenciais
·         Três variáveis na distinção entre Igreja e Seita: 1) grau de exclusivismo; 2) aceitação ou não de valores seculares; 3) nível de integração do grupo em uma estrutura nacional
·         Metodologia: integração do funcional, conflitivo e estrutural-funcional

c) Gerhard E. Lenski (1924-)
·         Pesquisa de campo em Detroit (EUA)
·         Submete a verificação empírica algumas hipóteses expressas apenas em plano teórico
·         Porte da Pesquisa: multiconfessional, multiétnico e multidimensional
·         Vínculos comunitários: unem indivíduos em comunidades de religião
·         Vínculos associativos: ligam indivíduos em associações
·         Grupos religiosos: são comunitários e associativos

d) Clifford Geertz (1926-)
  • antropólogo
·         Estuda a religião como um fenômeno sociocultural
·         Visão sobre a religião: sistema cultural concentrado sobre a aldeia, sobre o mercado e sobre a burocracia governante
·         Símbolos Religiosos: constituem a base do acordo entre um estilo particular de vida e uma específica metafísica e, ao fazer isso, um se sustenta com a mudada autoridade do outro
·         Definição Funcional de Religião: sistema de símbolos que visa a estabelecer nos homens disposições e motivações poderosas, penetrantes e duráveis, por meio da formulação de concepções de uma ordem geral de existência e encerrando essas concepções em uma aureola de fatualidade tal que os modos e as motivações pareçam realistas de modo único
·         Traço Genérico dos Sistemas simbólicos: são fontes extrínsecas de informação
·         Conceito de Núcleo intencional: modalidade específica de fusão dentro da particularidade de um ato ou de uma instituição
·         Objetivo do Estudo da Religião: não só descrever idéias, atos e instituições mas determinar de que modo particulares estas se sustentam ou não ou até inibem a fé religiosa
·         Não se pode compreender o cristianismo sem Jesus, o Islã sem Maomé, o hinduísmo sem Veda etc.
·         Retomada do pensamento primitivo: deve ser pragmatista ou misticizante
·         Símbolos Sagrados: formulam para aqueles que os consideram sagrados, a imagem da construção do mundo e um programa para sua conduta humana que são o reflexo direto do outro
·         Função dos Símbolos: expressões da realidade social que a modelam, que são modelos dela e modelos para a ela.

e) Melford E. Spiro (1920-)
·         Abordagem sóciocultural acrescida de um corte psicoanalítico
·         Postulado social base: a centralidade das necessidades humanas que dariam lugar a manifestações de tipo emocional
·         Critérios de Análise: Subjetivo, Estrutural e Centrado sobre Crenças
·         Religião: é uma instituição cultural
·         Instituição: é sempre um instrumento de satisfação das necessidades
·         Religião como Instituição: é baseada sobre a uma interação modelada culturalmente e em relação com seres supra-humanos postulados culturalmente
·         Funções da Religião: 1) intencionais/reconhecidas; 2) não-intencionais/não-reconhecidas; 3) intencionais/não-reconhecidas; 4) não-intencionais/reconhecidas
·         Subsistência da Religião: tem funções – consegue satisfazer desejos; e causas – pela expectativa de satisfazer desejos

f) Mary Douglas (1921-)


  • Análise simbólica: ritual como processo dinâmico, caracterizado pelo confronto dinâmico entre estrutura e antiestrutura e por elementos de liminaridade
  • Proposta simbólica: grelha/grupo
  • A grelha: confere a capacidade de influencia das regras sociais sobre o individuo.
  • O grupo: estabelece em que grau o agir social individual depende da pertença social. O senso do grupo pode ser fraco ou forte
  • A grelha: regulamentação social. A grelha pode ser fraca ou forte
CIPRIANI, Roberto. Manual de Sociologia da Religião. São Paulo: Paulus, 2007.

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